O último ano da Educação Básica costuma ser lembrado como uma fase intensa, marcada por expectativas, escolhas e desafios.
Para muitos estudantes, é o momento de encarar o ENEM e os vestibulares, pensar em projetos futuros e tomar decisões que parecem maiores do que a própria idade.
É também uma etapa de transição: deixar o ambiente escolar para se abrir ao mundo acadêmico, profissional e social, reconhecendo que cada estudante vive esse processo a partir de contextos, ritmos e condições diferentes.
Nesse cenário, uma pergunta importante deve ser feita: como apoiar os jovens para que atravessem esse período com confiança, equilíbrio e clareza de propósito?
A resposta passa pelo acompanhamento personalizado, uma proposta que vai além do reforço de conteúdos, oferecendo suporte acadêmico e socioemocional para cada estudante, de acordo com suas necessidades, seus sonhos e sua forma de aprender.
Quer saber mais sobre como se preparar da melhor forma? Continue a leitura do artigo!
Mais do que notas: o estudante como um todo

Como mostra a imagem acima, os dados refletem a certeza de que o desafio não é apenas dominar conteúdos, mas também lidar com a pressão emocional.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aponta, em diferentes competências gerais, que a educação deve promover autonomia, autogestão e a construção do projeto de vida.
Isso significa que, para além do acúmulo de informações, a escola tem o papel de preparar os jovens para enfrentar situações complexas, cuidar da própria saúde emocional e se planejar para o futuro.
No contexto marista, esse compromisso é ampliado: formar cidadãos críticos, solidários e conscientes do seu papel na sociedade.
Como o acompanhamento personalizado ajuda na prática
Um acompanhamento personalizado envolve diferentes dimensões do processo educativo. Entre elas:
Apoio acadêmico direcionado
Cada estudante tem pontos fortes e dificuldades particulares. Enquanto alguns se destacam em redação, outros precisam de maior apoio em matemática ou ciências da natureza.
Esse tipo de acompanhamento permite mapear essas necessidades de proficiência e estruturar planos de estudo que respeitem o ritmo individual, evitando comparações desgastantes e promovendo uma sensação de progresso real. Ou seja, cada passo adiante é reconhecido.
Suporte emocional constante
Não é raro que, no último ano, estudantes se sintam sobrecarregados. Ansiedade, medo de não corresponder às expectativas e dúvidas sobre o futuro são sentimentos comuns. Ter profissionais e espaços de escuta faz diferença.
Nesse sentido, rodas de conversa, acompanhamento pedagógico e orientação educacional contribuem para os jovens perceberem que não estão sozinhos. Saber que há alguém atento ao seu bem-estar fortalece a confiança e o equilíbrio emocional.
Gestão do tempo e organização
Além do cuidado com as emoções, a preparação para o ENEM exige atenção à rotina. Muitos estudantes relatam dificuldade em conciliar escola, estudos extras, cursinho e momentos de descanso.
O acompanhamento personalizado ajuda a organizar o tempo de forma saudável: estabelecer metas semanais, intercalar momentos de estudo e pausa, além de incentivar a rotina de autocuidado.
Conexão com o Projeto de Vida
Além de escolher um curso, universidade ou outro caminho, esse é o momento de pensar: qual é o meu propósito?
O acompanhamento personalizado convida o estudante a refletir sobre suas habilidades, seus interesses e os valores que quer levar para sua trajetória profissional. Essa reflexão torna o processo mais leve, ao conectar a preparação ao que faz sentido para cada jovem.
Apoio também é corresponsabilidade
Um dos pontos centrais no acompanhamento personalizado é reconhecer que a formação do estudante é uma tarefa compartilhada. Escola, família e comunidade caminham juntas para oferecer suporte.
Na prática, isso pode significar:
- A escola organizando oficinas de revisão e orientação vocacional;
- A família criando um ambiente que valorize o estudo, bem como respeite os momentos de descanso;
- A comunidade ampliando oportunidades culturais, esportivas e de voluntariado que conectem o estudante ao mundo fora da sala de aula.
- Fortalecimento da rede de apoio — com serviços de saúde, assistência social e espaços comunitários —, garantindo que estudantes com diferentes realidades e necessidades recebam o suporte necessário para se desenvolver integralmente.
Assim, o apoio não se restringe a avaliações e simulados, mas se estende ao cuidado integral do jovem.
Estratégias que funcionam
Para tornar esse apoio personalizado e realista, algumas práticas têm se mostrado eficazes:
- Mentorias individuais ou em pequenos grupos: professores e orientadores acompanham de perto as metas e dificuldades de cada estudante.
- Simulados comentados: não basta aplicar avaliações, é preciso analisar resultados e indicar caminhos de melhoria.
- Atividades de relaxamento e autocuidado: meditação guiada, exercícios físicos ou oficinas artísticas podem ajudar no controle da ansiedade.
- Diálogo constante com as famílias: alinhando expectativas e fortalecendo a rede de apoio em casa.
O impacto no desempenho

Quando o estudante recebe um acompanhamento integral, o impacto vai além das notas, já que ele aprende a acreditar no próprio potencial, a lidar com a pressão e a fazer escolhas mais conscientes.
Isso se traduz em maior segurança no momento das avaliações e também em uma transição mais tranquila para a vida universitária. Afinal, estar preparado para o ENEM é importante, mas estar preparado para a vida é essencial.
Preparar para a vida, não só para a prova
No Projeto Educativo do Brasil Marista, a abordagem de “cidadãos completos” está ligada ao conceito de educação integral e à formação de sujeitos inteiros, diversos e diferentes, que se relacionam com o mundo de maneira crítica, solidária e responsável.
Essa ideia incorpora uma visão cristã e sistêmica da pessoa humana, que valoriza a integralidade do ser (corpo, mente, coração e espírito) e um compromisso ético-político com a cidadania planetária.
No fim das contas, um bom desempenho acadêmico é consequência de um processo em que o estudante se sente apoiado, valorizado e respeitado em sua singularidade.
A Educação Marista é muito mais que números
Nos Colégios Maristas, a educação vai muito além de provas e números.
É um percurso que valoriza a preparação para o vestibular e o ENEM, enquanto coloca no centro a formação de valores e a construção de um Projeto de Vida sólido, conectado ao propósito de cada estudante.
Ao mesmo tempo, reconhece a importância do equilíbrio entre estudo, lazer e desenvolvimento integral, oferecendo espaços como o Núcleo de Atividades Complementares (NAC), que promove práticas esportivas, artísticas e culturais.
Essa combinação fortalece competências, amplia horizontes e torna a experiência educativa mais significativa, porque reconhece que cada estudante é único e que a educação só é transformadora quando alcança a todos.
Quem deseja conhecer de perto esse jeito de educar pode agendar uma visita e descobrir como a proposta marista transforma cada etapa da trajetória escolar em uma oportunidade de crescimento humano e acadêmico. Até logo!




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