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Fazer o bem faz bem!

Atividades voluntárias propiciam a compreensão do outro, além de favorecer o bem-estar de quem as pratica

É de conhecimento geral que atividades voluntárias contribuem para o bem comum da sociedade. O que algumas pessoas certamente não sabem é que fazer o bem influencia diretamente na qualidade de vida, ajudando a equilibrar e renovar as energias de quem o pratica, independentemente da faixa etária. Na adolescência, desempenhar atividades voluntárias é uma oportunidade de conhecer e compreender melhor a própria realidade e a realidade do outro, contribuindo para que a solidariedade torne-se um valor intrínseco ao seu ser.

“A adolescência é um período de grande vitalidade, descobertas, afirmações, escolhas, amadurecimento e formação de caráter. Deste modo, a solidariedade será valor norteador por toda sua vida”, afirma Douglas Rocha Paixão, analista de pastoral do Colégio Marista Santa Maria.

Partindo de uma perspectiva ampla e profunda de solidariedade, diz Paixão, a qual compreende a importância do outro na sociedade, as diversas realidades e mecanismos que originam as desigualdades, o voluntariado é a ferramenta que permite vivenciar a realidade alheia, compreender as diferenças e semelhanças dos contextos, e promove a empatia e o despertar de um senso de solidariedade e justiça.

Existem muitos locais e formas de iniciar uma atividade voluntária. Uma sugestão é começar a atuar, primeiramente, em atividades nos espaços em que já estão inseridos, como, por exemplo, escola, universidade e entidade religiosa. Nestes locais há a possibilidade de auxiliar em grupos de jovens, movimentos estudantis, centros acadêmicos, movimentos pastorais, oficinas para crianças, dentre diversas possibilidades inerentes às realidades.

Mais tarde, afirma Paixão, o jovem pode explorar outros contextos, buscando envolvimento com organizações não governamentais, instituições que trabalham na perspectiva da solidariedade para o enfrentamento das vulnerabilidades sociais. “Há um grande leque de possibilidades em que o jovem pode buscar conhecer e perceber em qual ele mais se identifica”, observa o analista de pastoral do colégio.

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